quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Vantagens e importância de Ashtanga Namaskar – Parte II

Resumo:

Devemos ter aprendido que esta é uma pose muito elaborada e que um único artigo não seria suficiente para abordar as questões abrangentes que nos ajudam a lidar com ela. 

As 12 poses de Ashtanga Namaskar são muito cruciais porque cada asana tem que ser feita de uma forma muito específica que ajude a criar sua utilidade para seu corpo.

Estas são as seis poses que tentaremos conhecer 

1. Pranamasana (postura de oração)

  • Respiração normal – Om Mitraaya Namaha 
  • Vantagens: Muitas de suas cinturas e…

Como devemos ter aprendido que esta é uma pose muito elaborada e que um artigo não seria capaz de abordar todas as questões que enfrentamos. As 12 poses de Ashtanga Namaskar são muito cruciais porque cada asana tem que ser feita de uma maneira muito específica que ajude a criar sua utilidade para seu corpo.

Estas são as seis poses que tentaremos conhecer 

1. Pranamasana (postura de oração)

  • Respiração normal – Om Mitraaya Namaha 

Benefícios: Muitos de seus problemas de vida e de pele seriam corrigidos fazendo isto asana, pois acrescenta paixão e vigor à sua postura, o que também ajuda suas pernas. A mente ganha controle graças à postura ereta. Ela ajuda a desenvolver uma personalidade diferente através de técnicas de meditação. A calma o envolve, o que garantirá o nível de equilíbrio dentro de você.

2. Até Uttanasana (arqueie suas costas)

  • Inspire – Om Ravaye Namaha

 

Vantagens: Esta posição do arco das costas ajuda na digestão, tonificando os órgãos abdominais. Nos órgãos abdominais, ele tonifica os pulmões e os nervos espinhais. Isto é muito bom para pessoas com excesso de peso, pois ajuda a reduzir o excesso de bagagem que é transportada todos os dias. 

3. Pada Hastasana (Toque de Dedo)

  • Exalar – Om Suryaaya Namaha 

Vantagens: Se você sofre de problemas abdominais, esta é uma das melhores maneiras de sair deles. É uma solução muito simples para tal problema. Também ajuda a permanecer flexível, porque ajuda a tonificar seu corpo, porque torna sua coluna vertebral mais flexível, ajudando a tonificar também suas costas. Também corrige os problemas dos pés e dos pés. 

 

4. Ashwa-sanchalan-asan – (Horse Pose)

  • Inspire -Om Bhaanve Namaha

Vantagens: O processo desta postura ajuda a esticar cada músculo do corpo que ajuda o funcionamento correto do corpo. Também pode resolver problemas como a constipação. Como há um alongamento na musculatura do pescoço, ele ajuda as glândulas tireoidianas. 

5. Parvatasana – (postura descendente de cão ou de montanha)

  • Expirar -Om khagaaya Namaha

Vantagens: Este asana ajuda a criar um forte conjunto de braços e ombros. Os músculos também são fortalecidos, o que, por sua vez, revigora os nervos espinhais para um dorso flexível. Nos tempos modernos, há cada vez mais pessoas obesas interessadas em aprender ioga. Este asana é útil para reduzir o inchaço da cintura, que tende a ser o principal problema para muitos. 

6. Ashtanga Namaskar – (Lizard Pose)

  • Sustenha sua respiração -Om Pooshney Namaha

Vantagens: Esta pose é conhecida como a saudação ao sol em oito partes. As mãos, as pernas, o peito e os pés trabalham em sincronia para proporcionar um benefício real ao seu corpo. Ela ajuda a desenvolver os músculos do peito, como também é conhecida como a postura dobrável.    

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MAT Pilates como aliado na busca da tão sonhada flexibilidade

Pensando em um tema para escrever meu primeiro artigo para o Blog Pilates, resolvi buscar inspiração na minha própria experiência. Pratiquei Ballet por alguns anos na minha infância e adolescência, e confesso, sempre fui fascinada pela flexibilidade das grandes bailarinas. 

Anos depois, ainda na graduação, tive o primeiro contato com o Método Pilates durante meu primeiro curso de MAT, e para minha felicidade, encontrei algo que realmente me aproximou daquele universo e permitiu conquistar novamente minha flexibilidade perdida, após o fim da minha breve carreira de bailarina.

Hoje, como profissional, percebo que o encantamento pela flexibilidade, motiva grande parte dos pacientes que procuram atendimento e buscam conquistar essa habilidade através do Método.

Por isso, resolvi mostrar nesta matéria como a modalidade MAT Pilates pode ser um ótimo aliado e colaborar para a conquista da flexibilidade. Vamos lá?

Mas afinal, o que é a flexibilidade?

De acordo com Ghorayeb & Barros (1999), a flexibilidade é a amplitude máxima passiva fisiológica de um determinado movimento. Ela pode ser definida como a capacidade da estrutura muscular se estender, sem danos, ferimentos ou lesões. 

É determinada, não só pela extensibilidade do músculo, mas também pelas outras estruturas articulares, como a cápsula articular, ligamentos e tendões. 

Na prática, a maioria dos pacientes busca se beneficiar pelo ganho de amplitude dos movimentos, alívio de dores e aumento da funcionalidade nas suas atividades diárias. 

Quais os tipos de flexibilidade?

Ela pode ser dividida em flexibilidade estática, que se refere ao grau máximo que uma articulação pode ser movida passivamente. 

Ou dinâmica, que é a amplitude máxima que uma articulação pode ser movida através de uma contração muscular ativa feita pelo próprio paciente.

Quais são os benefícios proporcionados pela flexibilidade?

Abaixo listei alguns benefícios proporcionados pelo ganho de flexibilidade:

  • Melhora a postura corporal;
  • Melhora a qualidade dos movimentos; 
  • Diminui o risco de lesões; 
  • Melhora funções respiratórias;
  • Retarda o surgimento de fadiga muscular, acelerando a recuperação dos tecidos. 

Os pacientes geralmente relatam ainda, sensação de relaxamento, diminuição do estresse e de tensões nervosas, além do alívio de câimbras.

Na prática clínica, observo grande melhora na mobilidade, ajudando a liberar movimentos que antes estavam “bloqueados”, reduzindo tensões musculares e articulares, contribuindo muito para a prática das atividades de vida diária dos pacientes, devolvendo sua funcionalidade.

Quais fatores influenciam na flexibilidade?

Idade: teoricamente, quanto mais velha a pessoa fica, menor será sua flexibilidade, devido às mudanças relacionadas ao processo de envelhecimento, em especial as alterações do sistema musculoesquelético. 

As cápsulas articulares e os ligamentos sofrem alterações com o passar dos anos, tornando-se mais rígidos, consequentemente, o enrijecimento das cápsulas e dos ligamentos causa efeito direto sobre a extensão e qualidade dos movimentos, deixando-os mais lentos, imprecisos ou descoordenados, comprometendo, como consequência, toda amplitude do movimento.

Sexo: as mulheres possuem tecidos menos densos, por isso geralmente são mais flexíveis do que os homens.

Individualidade corporal: o grau de flexibilidade pode variar de pessoa para pessoa, independentemente da idade ou sexo, devido a fatores genéticos e hereditários.

Tônus Muscular: o aumento do tônus muscular pode prejudicar a flexibilidade.

Temperatura Ambiente: normalmente o frio reduz a capacidade elástica do músculo, assim como temperaturas altas tendem a relaxar a musculatura e podem aumentar a flexibilidade.

Horário: ao acordar, nosso corpo está em uma condição de “repouso” e isso faz com que os componentes da musculatura e das articulações estejam em sua forma mais próxima do original; isto pode ocasionar resistência em movimentos de maior amplitude. 

Com o passar do dia, a flexibilidade pode atingir níveis melhores, mais próximos da normalidade.

Além disso, a flexibilidade pode ser reduzida pela falta de atividade do indivíduo; assim como a prática regular de exercícios de MAT Pilates, por exemplo, pode aumentá-la.

O Método Pilates

O Método foi criado pelo alemão Joseph Pilates, no início de 1920, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos seus praticantes. Ele acreditava que era possível utilizar nosso corpo como mediador do desenvolvimento físico e mental. 

A prática abrange exercícios de alongamento, fortalecimento e mobilidade, que podem ser realizados em aparelhos específicos desenvolvidos pelo próprio Joseph ou no MAT (solo).

O sistema de exercícios criados por Joseph trabalha movimentos corporais com base em seis princípios: concentração, respiração, centralização, fluidez, precisão e controle, procurando dessa forma, integrar corpo e mente. 

O Método se difere das modalidades comuns porque é sustentado nesses princípios, e prioriza a integridade óssea, muscular e ligamentar dos seus praticantes. 

Ele permite que os pacientes realizem os movimentos de maneira segura, com baixo impacto, reduzindo possíveis compensações e mecanismos de lesão. Além de promover alívio de dores, melhora da postura, aumento de força, maior controle muscular, aumento da circulação e flexibilidade.

O que é o MAT Pilates?

Como mencionei anteriormente, ele engloba os exercícios que são realizados no solo, podendo utilizar ainda alguns acessórios

Diferente dos exercícios realizados nos aparelhos, onde existe a “ajuda” de molas e alças que de certa maneira “facilitam” na execução dos movimentos, no MAT não temos essa ajuda. 

Sendo assim, os exercícios dependem da própria força do corpo, mais a ação da gravidade, exigindo um pouco mais do praticante, tornando os movimentos mais difíceis de serem realizados.

Uma vez que o MAT Pilates requer mais dos pacientes durante a realização dos movimentos, sua execução garante um ganho maior de força muscular, flexibilidade e equilíbrio, tornando os exercícios mais complexos e desafiadores. No entanto, com essas características, os resultados podem ser adquiridos de forma mais rápida.

Exercícios de MAT Pilates para ganho de flexibilidade

1.    Roll Over

exercicio-roll-over

Execução: em decúbito dorsal, membros superiores estendidos ao lado do tronco e quadris flexionados em 90º. Eleve os membros inferiores acima da cabeça, tentando tocar os pés no solo. Retorne à posição inicial desenrolando a coluna.

2. Roll Up

Execução: em decúbito dorsal, membros superiores acima da cabeça, membros inferiores estendidos e alinhados com os tornozelos unidos e pés em dorsiflexão.

Enrole a coluna lentamente, levando o queixo em direção ao peito, elevando o tronco, direcionando os membros superiores para frente o mais distante possível. Desenrole a coluna de forma controlada até retornar à posição inicial no MAT.

3.  Single Straight Leg Strech

exercicio-para-flexibilidade-Single-Straight-Leg-Strech

Execução: em decúbito dorsal, eleve ligeiramente o tronco, retirando as escápulas do MAT. Flexione um quadril até conseguir encostar as mãos próximas ao tornozelo. O membro inferior contralateral deve perder o contato com o solo, mantendo a extensão de joelho. Faça o movimento de troca alternada dos membros inferiores.

4. Open Leg Rocker

Execução: sentado sobre os ísquios, com os calcanhares próximos ao quadril, joelhos flexionados e afastados na largura dos ombros, as mãos irão segurar os tornozelos ou calcanhares e a coluna estará flexionada em “C”, com abdômen contraído e escápulas alinhadas. 

Inspirar, e ao expirar estender os joelhos para o alto promovendo o alongamento axial da coluna e acionando o centro de força. Inspirar novamente rolando para trás – com controle do movimento nesta etapa – e, ao expirar, subir o tronco sem soltar o apoio das mãos nos membros inferiores e sem flexionar os joelhos, voltando à posição intermediária. Nesse caso não retornaremos à posição inicial.

Conclusão

Como diria nosso querido Joseph Pilates ”A arte do Pilates prova que a sua idade não é medida em anos, ou como você acha que você se sente, mas sim pela flexibilidade normal da sua coluna ao longo da sua vida”.

Sendo assim, eu convido você que está lendo esse artigo, a se permitir experimentar e se beneficiar praticando esse Método incrível! 

O MAT Pilates tem um amplo repertório de exercícios, que podem ser realizados de maneira simples, em qualquer lugar, sem necessitar de grandes investimentos. São exercícios livres, que trabalham de forma integrada corpo e mente, permitindo infinitas possibilidades de estimular nosso corpo, a fim de conquistar músculos mais flexíveis, que nos permitam viver com mais qualidade de vida e maior funcionalidade.

“Se um jovem tem 20 anos e está encurtado, é um velho. Porém se tem 60 anos com flexibilidade e força, é um jovem” – Joseph Pilates.

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terça-feira, 3 de novembro de 2020

7 Benefícios da Pincha Mayurasana (Postura do Pavão)

Em sânscrito mayura significa “pavão” e asana significa “postura” ou “assento”.

Pincha Mayurasana, também conhecida como posição do pavão ou mesmo postura do antebraço é uma pose poderosa e recheada de benefícios, independente da forma como a nomeamos.

Para fazer uso da Pincha Mayurasana em sua prática, sua base de yoga precisa ser suficientemente forte. A partir do momento que você estiver pronto para praticar essa postura, estes serão os 7 benefícios dos quais vai desfrutar:

1. Melhorar seu equilíbrio

Esta postura é difícil de se manter equilibrado enquanto pratica, sendo necessário estar bastante concentrado para permanecer de pé.

Os pequenos músculos que auxiliam na estabilização do corpo durante a postura, são acessíveis sem que tenhamos que parar e refletir. O grande segredo, é que usando mais esses músculos, conseguimos um melhor equilíbrio em todas as outras áreas de nossas vidas.

2. Vitalidade física

Esta forma invertida requer uma forte tensão muscular na área externa do tronco. Os músculos que se movimentam entre as costelas são chamados de músculos serráteis e são altamente ativados na execução da Pincha Mayurasana.

Estes músculos são responsáveis pelos movimentos que fazemos com os brações para cima e para baixo, possibilitando uma posição estável enquanto estamos de cabeça para baixo.

3. Acalmar a mente

Estar de cabeça para baixo é uma maneira maravilhosa de aliviar o estresse e combater a depressão. Ele traz sangue fresco ao cérebro para revitalizar a mente e energizar o corpo.

A prática consciente e a mente presente no agora não deixa espaço para os pensamentos persistentes e perturbadores que poluem nossas cabeças todos os dias. Pincha Mayurasana nos deixa em paz e certamente menos estressados.

4. Força na parte superior das costas

A postura do pavão é conhecida por sua capacidade de fortalecer os ombros e os músculos da parte superior das costas. Você pode perceber o efeito mesmo quando está praticando! Se devidamente alinhada e guiada, a parte superior das costas pode se tornar um lugar de força e apoio.

Pincha Mayurasana postura do pavão

5. Concentração elevada

Esta postura requer toda a sua concentração e atenção para manter o equilíbrio. Se você perder de vista esta concentração, mesmo que por uma fração de segundo, você pode perder do controle.

Esta postura constrói o tipo de concentração quando você está em seu tapete que pode ser transferida para fora dali e ser aplicada em muitos aspectos diferentes de sua vida.

6. Alongamento

Mesmo que no início não seja possível concluir o Pincha Mayurasana completo, o simples movimento para cima e para baixo se estende pela frente do corpo, incluindo coxas, quadris, abdômen e tórax.

7. Desenvolver a força do braço

Pode não ser necessário dizer que aqui os braços (tríceps) são fortalecidos. Porém, são os antebraços que formam a base de sua carga e, como tal, eles (assim como seus pulsos) se tornam mais fortes a cada aperto.

Como você pode ver, uma vez que você encontre sua pose de Pincha Mayurasana, a jornada ainda não terminou. Na verdade, você acabou de começar a trabalhar em todas essas áreas específicas desta forma particular.

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3 diferenças entre o desejo sexual masculino e feminino

Quando entramos no assunto do desejo sexual, uma série de categorias estereotipadas emergem. O que caracteriza o desejo sexual? Quais são as diferenças entre o desejo sexual masculino e feminino?

O desejo sexual é um impulso que nos orienta a buscar contato e interagir sexualmente. Existem várias raízes envolvidas: biológicas, psicológicas, sociais, culturais, relacionais, etc. Portanto, o desejo sexual é multifatorial. Pode ser desencadeado pelos seguintes tipos de estimulação:

  • Estimulação externa. Por exemplo, um parceiro que se vestiu de maneira particularmente atraente.
  • Estimulação interna. Ou seja, fatores associados ao pensamento ou ao biológico.

Quando falamos de desejo sexual feminino e masculino, referimo-nos àquele associado ao gênero. E gênero, de acordo com o dicionário, refere-se aos ‘atributos, papéis, atividades, responsabilidades e necessidades socialmente construídos relacionados predominantemente ao pertencimento ao sexo feminino ou masculino em certas sociedades e comunidades em um determinado momento’.

As diferenças de gênero se tornam visíveis na vida cotidiana, e também na formação do desejo. Na verdade, o homem tende a conter menos camadas do que a mulher.

A seguir, mostraremos em que consistem as diferenças em um nível geral, embora, em muitos casos, elas não sejam maiores do que as diferenças individuais existentes entre pessoas distintas.

Intimidade do casal

Diferenças no desejo sexual masculino e feminino de acordo com a idade

Se falarmos sobre o desejo sexual nos homens, podemos dizer que ele surge na puberdade, por vezes associado às “poluções noturnas”. Parece perdurar até os 50 anos, para depois iniciar o seu declínio, acompanhado em alguns por uma diminuição da libido.

O desejo sexual nas mulheres pode ser despertado mais tarde. Além disso, segundo a experiência, o período de maturidade sexual ocorre por volta dos 35 anos e pode diminuir ou aumentar com a chegada da menopausa.

Em muitos casos, o desejo sexual como um estado está intimamente associado à saúde geral da pessoa. Em outras palavras, podemos melhorar o nosso desejo sexual melhorando a nossa saúde geral, incluindo, é claro, a saúde mental.

A excitação

É diferente em cada gênero. As pesquisas sugerem que as mulheres tendem a ser mais estimuladas pelo contexto, enquanto os homens pelo conteúdo. Por exemplo, as mulheres seriam mais sensíveis à conexão emocional, enquanto os homens não colocariam como “condição” que essa conexão ocorresse naquele momento. Além disso, para muitos deles, o desejo e a sua satisfação seriam uma forma de criar essa ligação, e não uma consequência dela.

No entanto, os homens tendem a ter mais preferências. Um fato que poderia explicar isso é que talvez eles pensem mais em sexo do que as mulheres e, portanto, de alguma forma, podem ter ideias mais claras sobre o que querem e o que não querem.

Casal se beijando na cama

Fatores psicológicos

Os fatores psicológicos podem ser mediados pela educação, cultura, sociedade e até mesmo religião, influenciando o pensamento das pessoas. Classicamente, pensa-se que os homens são capazes de dissociar o sexo das emoções. Eles seriam capazes de experimentar o desejo em estados emocionais mais heterogêneos.

Por outro lado, o fato de que os homens são mais estimulados pelo conteúdo e as mulheres pelo contexto é corroborado por muitas das pesquisas que conhecemos. No entanto, Rupp e Wallen, em seu artigo Sex differences in Response to a visual sexual stimuli: a review, sugerem que pode haver uma confusão nas conclusões de vários estudos, com uma interação não contemplada entre o desejo medido, a variável de estímulo apresentada e as técnicas de medição.

Portanto, é um tema que ainda está em desenvolvimento. Não temos uma resposta definitiva. Por enquanto, parece que a motivação sexual, as expectativas percebidas dos papéis de gênero e as atitudes sexuais explicariam por que existe essa diferenciação no desejo sexual masculino e feminino.

No entanto, não podemos excluir casos excepcionais, como os de mulheres com um alto desejo sexual. Pesquisas sobre o desejo sexual em mulheres frequentemente enfatizam o relacionamento e o contexto. No entanto, isso pode variar muito de mulher para mulher.

Mulheres com muito desejo apresentam um maior número de impulsos sexuais, participando de mais comunicação sexual e tendo pensamentos e fantasias mais frequentes e elaborados. Além disso, elas passam a ser consideradas aventureiras sexuais, e têm uma libido elevada.

Pode acontecer que haja essa diferença entre as mulheres devido a aspectos sociais e culturais que têm restringido a expressão da sexualidade nas mulheres. Na verdade, as mulheres com alto desejo sexual muitas vezes sentem que a sociedade tem uma visão negativa delas e passam a se preocupar com o que os outros podem pensar sobre as características do seu desejo.

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Teoria de dois fatores de Mowrer: é assim que seus medos funcionam

Apesar de a teoria dos dois fatores de Mowrer ter sido enunciada em 1939, ela continua sendo um dos modelos mais interessantes por dois motivos. O primeiro motivo é que ela nos permite compreender os mecanismos do medo e como ocorrem os transtornos de ansiedade e as fobias. O segundo motivo é que ela nos dá um valioso ponto de partida para lidar com muitas daquelas manifestações em que o medo limita o bem-estar.

Falar de ansiedade é referir-se, inevitavelmente, a medos e angústias. Nenhuma dimensão é tão complexa quanto o próprio medo, e como disse o poeta Horácio, quem vive com medo nunca será livre. Poucos argumentos são tão verdadeiros quanto esse. Por outro lado, nada é tão típico do ser humano quanto nutrir preocupações e medos.

Faz sentido, afinal eles fazem parte da natureza humana e atuam como mecanismos de sobrevivência. No entanto, às vezes, podem levar as pessoas a estados patológicos de desamparo. Os transtornos de pânico, as obsessões e as fobias orquestram a vida diária de milhares de pessoas e as impedem de viver uma vida normal.

São estados opressores, exaustivos e difíceis de explicar para alguém que não os vivencia. Compreender a mecânica mais básica do medo pode ajudá-lo a desmascarar o seu pior inimigo. Vamos nos aprofundar um pouco mais neste assunto.

Crise de ansiedade

O que é a teoria de dois fatores de Mowrer?

A teoria de dois fatores de Mowrer foi enunciada por Orval Hobart Mowrer em 1939. Esse psicólogo americano e professor de psicologia da Universidade de Illinois é conhecido por suas pesquisas sobre a terapia comportamental. Um de seus interesses era saber como as fobias se originam e por que elas são tão difíceis de eliminar quando aparecem.

É inútil, por exemplo, explicar a uma pessoa com medo de aviões que a probabilidade de morrer atropelado ao atravessar em um semáforo é maior que em um acidente de avião. A mente se apega a certas ideias e as mantêm ao longo do tempo até elas mudarem completamente o nosso comportamento. O Dr. Mowrer foi um dos pioneiros nesse assunto. Inclusive, graças a ele sabemos quais são os mecanismos por trás de muitos processos de ansiedade.

De acordo com a teoria de dois fatores de Mowrer, os medos, as fobias e os transtornos de ansiedade surgem a partir de duas fases.

  • Imagine alguém que precisa estar no controle de todos os aspectos da sua vida, alguém que é obsessivo e muito exigente. De repente, ele entra em um avião pela primeira vez e sente que não está no controle dessa situação.
  • Ele se sente preso e amarrado muito acima do solo, o que o leva a sofrer um ataque de pânico. Como consequência, ele não consegue mais embarcar em um avião desde então.
  • Não só isso, mas seus medos aumentaram. A ideia de sair de férias ou viajar a trabalho o apavora. Ser forçado a pegar um avião novamente intensifica ainda mais a sua ansiedade.

No exemplo acima, você pode ver duas dimensões que definem a teoria de dois fatores de Mowrer. Elas são as seguintes:

Fase 1. Condicionamento clássico

O Dr. Orval Hobart Mowrer concentrou sua pesquisa no behaviorismo. Ele estabeleceu que o primeiro processo que envolve o surgimento de fobias e muitos transtornos de ansiedade é o condicionamento clássico:

  • Um estímulo aparentemente neutro e inócuo (um avião, uma aranha, uma cena de trabalho, um supermercado lotado, etc.) de repente se torna um estímulo doloroso ou traumático.
  • Por exemplo: “Desde que tive uma experiência ruim com meus colegas de trabalho, tenho muita dificuldade para me levantar, me arrumar e ir trabalhar. Aquele lugar virou um pesadelo para mim”.
  • Como você pode ver, nessa fase, a pessoa experimentou algo aparentemente normal de uma forma desagradável.

Fase 2. Condicionamento instrumental

Depois de sofrer o impacto do condicionamento clássico (um estímulo específico adquire uma conotação dolorosa), seria suficiente evitar essa situação para voltar à normalidade. No entanto, quando se trata de fobias e ansiedade, o cérebro funciona de maneira diferente.

É aí que entra a segunda fase, ou seja, o condicionamento instrumental.

Vamos continuar com o exemplo do local de trabalho traumático. Se a pessoa sofreu algum tipo de assédio por seus colegas de trabalho, bastaria deixar aquele emprego para que seu sofrimento acabasse, certo?

  • Esse nem sempre é o caso. Pode ser algo muito mais complexo. Por exemplo, qualquer ambiente de trabalho pode lembrá-la daquela experiência passada.
  • “Quando me lembro de tudo o que aconteceu, não consigo voltar a trabalhar. Minha mente relaciona qualquer trabalho com o que passei no passado.”
  • Com esse comportamento, tudo o que ela está fazendo é reforçar o medo; há um estímulo que a assusta -> ela o evita -> ela também evita tudo que a lembra daquele estímulo original -> o medo se torna maior.

Portanto, a pessoa não evita apenas o estímulo aversivo original, mas tudo o que se aproxima dele.

Mulher sendo tomada pelo medo

Como a teoria de dois fatores de Mowrer pode ajudá-lo?

Como aponta Giorgio Nardone, “O medo olhado de frente se transforma em valentia e coragem, enquanto o evitado sempre se transforma em pânico”.

A teoria de dois fatores de Mowrer mostra a base irracional de muitos medos e como eles impedem um indivíduo de viver uma vida normal. Não há nada errado em fugir do que dói, do que atua como uma ameaça real. No entanto, muitos dos medos e das fobias não são lógicos ou garantem a sua sobrevivência. Pelo contrário, alguns medos não fazem nada além de limitar a sua vida.

As técnicas de exposição são muito adequadas para lidar com essas realidades psicológicas. Colocar-se diante do terrível estímulo fóbico e racionalizar esse medo é sempre um bom passo. Da mesma forma, a terapia breve estratégica também é um bom recurso para desbloquear tudo o que o limita e que o deixa submerso em seus medos.

Lutar contra os seus medos é sua responsabilidade. Use as ferramentas de que você dispõe para fazer isso.

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O medo de abelhas ou apifobia

Muitas pessoas sentem uma aversão ou forte rejeição aos insetos, podendo chegar a desenvolver um medo irracional. Uma das fobias de insetos mais comuns é a apifobia, o medo de abelhas, vespas ou zangões. Nessas pessoas, o simples fato de ver um ninho próximo pode desencadear uma série de sintomas fortemente desagradáveis.

Apesar de ser um animal bastante pacífico com os humanos e fundamental no ciclo da natureza, as abelhas desencadeiam pânico em muitas pessoas. Estima-se que cerca de 3% da população sofra de apifobia. A seguir, falaremos sobre os sintomas, causas e consequências desse medo.

O medo de abelhas ou apifobia

A apifobia e seus sintomas

A apifobia, ou medo excessivo de abelhas, também é conhecida como melissofobia, pelo seu nome em grego (melissa). Como o nome sugere, é um transtorno de ansiedade, especificamente uma fobia. Esse tipo de transtorno se manifesta quando, diante de um estímulo – no caso, vespas, abelhas ou zangões – a pessoa sente um medo muito intenso ou irracional.

Além desse sentimento de medo, a pessoa sente desconforto e ansiedade. Entre os sintomas mais fisiológicos, os mais comuns são tonturas, vertigens, aumento da frequência cardíaca, hiperventilação ou dificuldade em respirar, náuseas, tremores, dor de cabeça, sensação de desmaio, etc.

Por outro lado, também há sintomas cognitivos, ou seja, aqueles que afetam o pensamento da pessoa. Entre eles, uma pessoa com apifobia apresentaria falta de concentração, pensamentos intrusivos sobre a possibilidade do aparecimento de mais abelhas, pensamentos de morte ou pensamentos distorcidos sobre a situação.

Por fim, como na maioria dos transtornos de ansiedade, há dois sintomas comportamentais principais: evitação e fuga. Esses comportamentos são totalmente naturais diante de uma situação ameaçadora. Assim, a pessoa com fobia de abelhas tentará evitar a todo custo estar na presença delas. Se isso não for possível, assim que notar sinais de alguma, sua resposta será fugir.

Como esse medo se origina?

Ao falar sobre fobias, duas causas possíveis costumam ser levadas em consideração. Por um lado, a existência de uma experiência traumática própria com abelhas, ou de alguém próximo. É comum ser picado por esses insetos e, por serem picadas dolorosas, é uma experiência que ninguém quer que se repita.

Na verdade, em comparação com outras fobias animais, a apifobia é um medo menos irracional, pois as ferroadas podem representar um risco à saúde. No entanto, a gravidade de um ataque de abelhas é determinada pelo fato de a pessoa ser alérgica ou se houve muitas ferroadas simultaneamente.

Por outro lado, as fobias também são causadas por aprendizagem vicária. Ou seja, se quando éramos pequenos tínhamos alguém próximo com fobia de abelhas, é provável que essa pessoa nos tenha transmitido esse medo. Ou, simplesmente, aprendemos o comportamento de evitar e reagir ao aparecimento desses insetos. Além disso, essas pessoas teriam aumentado nosso medo, alertando-nos constantemente sobre os perigos (reais ou não) desses animais.

Consequências

Geralmente, as fobias animais aparecem na infância. Nesta fase da vida não deve haver grandes consequências, a não ser o desconforto gerado na criança. As fobias animais tendem a desaparecer com o passar dos anos. Porém, caso não desapareça, o medo permanecerá ou aumentará e poderá afetar o dia a dia da pessoa.

Nesse sentido, devemos destacar a diferença entre ter medo de abelhas (ou algo semelhante) e ter uma fobia, um transtorno de ansiedade. Quando se trata de uma fobia, o medo chega a limitar a vida da pessoa. Por exemplo, esse medo pode determinar onde você vai comprar uma casa ou levá-lo a ir embora do local onde vive atualmente. Você pode parar de ir a lugares específicos, mesmo que queira, com medo de encontrar abelhas. E você pode até sentir sintomas de ansiedade quando encontrar uma área cheia de flores, porque elas podem estar por perto.

Levando isso em consideração, a apifobia pode ter consequências leves a graves, dependendo do nível de impacto na vida da pessoa. Porém, é um transtorno de ansiedade que deve ser tratado e resolvido para que a pessoa tenha uma qualidade de vida melhor.

Abelhas voando

Tratamentos para a apifobia

Para as fobias, a terapia cognitivo-comportamental é o tratamento mais eficaz. Especificamente, três estratégias de intervenção costumam ser aplicadas: relaxamento, modificação de pensamentos fóbicos e irracionais e dessensibilização sistemática ou técnicas de exposição.

Por ser um transtorno de ansiedade, é essencial que a pessoa aprenda e adquira recursos para lidar com o estímulo ou relaxar durante um ataque de pânico. Para fazer isso, ela aprenderá técnicas de relaxamento muscular progressivo ou relaxamento endógeno. Essas ferramentas também serão úteis durante o início da dessensibilização sistemática.

Seja devido a esta última técnica ou estratégia, a exposição aos estímulos que causam o medo será gradativa. Assim, o trabalho será iniciado com imagens, por exemplo. Aos poucos, a pessoa será aproximada do estímulo real até que seja capaz de fazê-lo sem sentir ansiedade extrema.

Em última análise, um medo irracional ou muito intenso de abelhas constitui uma fobia e, como tal, deve ser tratado em conjunto com um psicólogo. Assim, a pessoa poderá melhorar a sua qualidade de vida e realizar atividades que antes não poderia por causa do medo.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A falácia do franco-atirador

Antes de explicar o que é a falácia do franco-atirador, vamos começar explicando em que consistem as falácias. Na filosofia, e mais especificamente no campo da lógica, falácias são argumentos que inicialmente parecem válidos, mas que abrigam um viés que anula completamente o seu conteúdo. As falácias são usadas sobretudo em debates, em discussões… às vezes conscientemente e às vezes inconscientemente.

Neste artigo, vamos falar sobre uma falácia muito comum; a falácia do franco-atirador. Conheceremos a sua origem, em que consiste e como esse fenômeno modifica a forma de interpretar e selecionar informações, a fim de verificar as nossas ideias ou crenças. Além disso, veremos também exemplos a respeito para entender um pouco melhor essa falácia e algumas ideias para preveni-la (ou combatê-la).

Homem pensativo e preocupado

O que é a falácia do franco-atirador?

A falácia do franco-atirador é muito comum. Certas informações (sem um significado inicial) são interpretadas, inventadas ou manipuladas até que pareçam ter um significado ou até que cumpram nossa hipótese inicial. Ela também é conhecida como a falácia do atirador do Texas (em inglês, Texas Sharpshooter Fallacy).

Através desse fenômeno, é realizado um raciocínio que elimina qualquer indício sugestivo de que uma das nossas ideias esteja errada, enfatizando as informações que parecem apoiar a nossa hipótese. Dessa forma, por meio dessa falácia podemos chegar a distorcer a realidade e interpretá-la como nos convém, desfigurando o que se observa para aproximar o que queremos defender.

Origem

Para entendermos melhor o fenômeno da falácia do franco-atirador, vamos falar sobre a sua origem. O nome dessa falácia vem da seguinte história: um atirador disparou vários tiros aleatoriamente contra um celeiro. Depois, ele pintou um alvo em cada um deles para acabar se autoproclamando um franco-atirador.

Ou seja, após realizar sua ação, o franco-atirador tomou as medidas necessárias para que aquela ação tivesse lógica ou sentido, a fim de “vencer” ou se sentir “vitorioso”. Em outras palavras: ele alterou os dados (pintou os alvos) para confirmar a sua hipótese (ganhar).

Assim, de acordo com essa falácia, pegaríamos os dados observados, modificando-os, para confirmar as nossas hipóteses (assim como fez o franco-atirador na história).

Exemplos

Para continuar entendendo o fenômeno da falácia do franco-atirador, vamos pensar em um exemplo que poderíamos encontrar perfeitamente na nossa vida cotidiana.

Imaginemos que sonhamos com o número 7 e que, naquele dia, estivemos num hotel, no quarto 362 (que antes desconhecíamos). Se aplicarmos a falácia do franco-atirador aqui, diríamos que tivemos uma premonição no sonho, uma vez que 3+6-2 = 7, e 7 era o número com que sonhamos. Ou seja, manipulamos os dados para confirmar a nossa hipótese.

Outro exemplo dessa falácia é a interpretação das constelações estelares: tendemos a traçar uma sucessão de linhas imaginárias para ligar as estrelas e formar figuras, quando na realidade sua posição é determinada pelo acaso. Nesse caso, ignoraríamos os corpos celestes que poderiam distorcer a figura que estamos “procurando”.

Como selecionamos as informações?

Como vimos, através da falácia do franco-atirador, as pessoas podem desvalorizar informações que são inconsistentes com suas ideias, bem como manipular ou ajustar as informações para convencer alguém (ou a si mesmas) de algo. Além disso, por meio desse fenômeno, ampliamos a importância daquilo que pretendemos defender.

Outra forma de interpretar a falácia do franco-atirador, em termos de seleção de informações, é a seguinte: ignoramos as diferenças que podem existir em nossos dados e enfatizamos as semelhanças. Feito o raciocínio em questão, inferimos uma conclusão, que pode ser considerada falsa.

Ilusão de agrupamento e apofenia

O fenômeno da falácia do franco-atirador está relacionado ao que na psicologia cognitiva chamamos de ilusão de agrupamento. A ilusão de agrupamento é aquela tendência que temos de considerar (ou ver) padrões ou agrupamentos que, na verdade, não existem.

Por outro lado, essa falácia também tem a ver com outro conceito, a apofenia. Trata-se de um termo usado para se referir à experiência de ver padrões e conexões em eventos aleatórios ou sem sentido, algo muito semelhante ao anterior.

No entanto, é preciso notar que esses dois conceitos introduzidos podem ser interpretados a partir da psicologia cognitiva e da estatística, adquirindo nuances diferentes em cada disciplina. Desde a psicologia cognitiva, nós os relacionamos com a falácia do franco-atirador, porque através desta, podemos chegar a estabelecer padrões que realmente não existem, a fim de justificar ou demonstrar as nossas ideias ou para convencer os outros de (ou sobre) algo.

Tiro ao alvo

Como evitar a falácia do franco-atirador?

A falácia do franco-atirador, como muitas outras, nem sempre é usada conscientemente. Quer façamos isso conscientemente ou não, deixaremos aqui algumas ideias-chave para evitar o surgimento dessa falácia:

  • Procure argumentos contra: será importante não apenas buscar argumentos a favor das nossas hipóteses, mas também contra elas.
  • Evite estar sempre com a razão: isso nos ajudará a tentar demonstrar as nossas ideias de uma forma mais objetiva e lógica.

Com essas duas pequenas ações e, estando cientes do risco de cometer a falácia do franco-atirador, podemos minimizar o risco da sua aparição e discutir as nossas ideias com muito mais segurança. Mesmo assim, todos corremos o risco de cometê-la. Nesse sentido, também será importante saber como detectá-la nos outros!

“A lógica é raciocinar com critério.”
-Anônimo-

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